Hoje, 04 de abril, não é só uma data — é uma lembrança viva de tudo o que fomos, de tudo o que vivemos e de tudo o que ficou em mim depois que você partiu. Essa foto carrega mais do que um momento… carrega uma história inteira.
Você não foi apenas um amigo. Foi irmão. Daqueles que a vida escolhe pra gente e que a gente escolhe também, todos os dias.
Quantas pescarias… quantos churrascos… quantas conversas jogadas ao vento, mas cheias de sentido. A gente dividia tudo — as dificuldades, os pesos da vida, as risadas sinceras e as pequenas vitórias que, ao seu lado, sempre pareciam maiores. Você estava lá quando eu precisei… e eu também estive com você. Era assim, simples e verdadeiro.
A sua ausência dói. Não de um jeito barulhento, mas daquele jeito silencioso que aparece nas lembranças, nos lugares, nas situações em que eu penso: “Ele tinha que estar aqui.”
Mas, ao mesmo tempo, há gratidão. Porque poucos têm o privilégio de viver uma amizade como a nossa. E isso, nem o tempo, nem a morte apagam.
Você partiu… mas ficou em mim.
E enquanto eu viver, sua memória também vive. Saudade eterna, meu irmão.