PEREGRINO DO DESTINO
Não sou o céu, nem sou a terra,
Sou só o homem que se encerra,
No labirinto do destino,
Em sombra e noite sem caminho.
A vida é sopro e também eterna,
Não sou o céu, nem sou a terra,
Sou só o homem que se encerra,
No labirinto do destino.
E o tempo ao pó tudo subleva,
Na carne a morte sempre ceva.
Em sombra e noite sem caminho
Sou só o homem que se encerra,
Não sou o céu, nem sou a terra.